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Como Guardar Dinheiro: Conheça 10 Hábitos essenciais para Economizar

Escrito por Marketing Ciclic | Jan 11, 2018 5:01:44 PM

Descubra como poupar uma quantia do seu dinheiro todo mês para poder realizar seus sonhos

Seus amigos estão viajando, se casando, comprando carro, abrindo o próprio negócio… e você não está conseguindo guardar dinheiro para realizar nenhum de seus sonhos? Chegou a hora de entender o motivo disso e começar a mudar a situação.

As pessoas que conseguem economizar seguem algumas regras básicas de finanças pessoais – seja conscientemente ou por intuição. Conhecer esses princípios é o primeiro passo para mudar sua vida financeira e ver seu saldo bancário crescer mês a mês.

Em entrevista à Ciclic, o educador financeiro Pedro Braggiocriador de um método próprio para gerenciamento de finanças, elencou os dez hábitos das pessoas que poupam dinheiro de maneira rotineira. Confira quais deles você já adota e descubra onde precisa melhorar para ficar sempre no azul.

  1. Respeito ao dinheiro

Muitas crianças e adolescentes não recebem educação sobre finanças pessoais. Consequentemente, tornam-se adultos que não sabem respeitar o dinheiro que ganham. Como não respeitam, acabam comprando demais e se endividando.

“Em algumas famílias, o descaso com o dinheiro é grande e está no inconsciente. Elas pensam: ‘ah, isso é baratinho, custa só R$ 10’ e consomem muito. Outro indício de quem tem esse tipo de mentalidade é quando, por exemplo, você deixa uma moeda cair na rua e nem se abaixa para pegar, porque pensa que aquilo não vale nada”, afirma Braggio.

Respeitar o dinheiro tem a ver com valorizar o esforço que foi feito para conquistá-lo: as horas trabalhadas, os momentos difíceis com seu chefe, o estresse do dia a dia. Pense nisso antes de comprar qualquer coisa.

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  1. Saber dizer não

Ninguém gosta de negar o desejo de um filho, amigo ou parente querido. Mas, às vezes, é preciso – e importantíssimo – dizer “não” para manter as contas em dia. Tudo bem negar o empréstimo que um familiar pediu ou não comprar aquele presente caríssimo que seu companheiro quer. Seu filho não ficará traumatizado por não ganhar o brinquedo mais caro da loja. O importante é as despesas caberem dentro do orçamento. Aliás, ao falar “não” você ensina limites e dá um ótimo exemplo a quem está à sua volta.

  1. Saber o momento de comprar

Consumir de maneira racional e consciente é tarefa básica para quem quer economizar. A pessoa que poupa sabe bem quando deve e quando não deve comprar algo. Ela não mistura emoção com razão e não consome por impulso.

“Claro que sentimos alegria ao comprar algo para nós quando estamos tristes e chateados. Mas isso é uma satisfação passageira. A compra por emoção ou impulso deve ser evitada”, ensina Braggio.

  1. Não ter vergonha de pedir desconto

Se você tem dinheiro para comprar à vista e está com a quantia em mãos, por que não pedir um desconto? Essa atitude não deve ser motivo de vergonha – muito pelo contrário! Tentar negociar o preço mostra o quanto você é maduro financeiramente e como respeita o seu dinheiro. Na próxima compra, lembre-se disso. O máximo que pode acontecer é não dar certo. Mas vai que dá e você paga menos?

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  1. Sempre buscar conhecimento sobre finanças pessoais

Seja com consultores financeiros, lendo livros e reportagens, no blog da Ciclic, participando de cursos e palestras ou mesmo assistindo a vídeos sobre o assunto: o importante é aprender sempre mais e se manter atualizado.

“Muitas pessoas ainda estão presas a conceitos financeiros antigos, como ‘minha mãe fazia assim…’ ou ‘aprendi com o meu pai que…’ Mas será que não é hora de rever essas ideias e tentar algo novo?”, sugere o consultor.

  1. Manter os pés no chão

É comum encontrar pessoas iludidas financeiramente. São aquelas que não fazem contas, acreditam que podem ter um alto padrão de vida e gastam à vontade. É assim que elas acabam entrando em dívidas. Já quem tem os pés no chão consegue poupar porque gasta com mais cuidado e tem plena consciência sobre o que cabe em seu orçamento.

  1. Saber onde investir

Economizar é bom, mas saber onde investir sua reserva é melhor ainda. Deixar o dinheiro guardado em casa não é, de longe, a melhor opção. Mesmo assim, 20% dos brasileiros ainda fazem isso, segundo pesquisa do SPC Brasil. O importante é pesquisar as opções disponíveis no mercado e escolher o melhor tipo de investimento para seu dinheiro render.

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  1. Saber o momento de parar de comprar

Você deve conhecer uma pessoa (ou várias!) que não consegue ver uma quantia de dinheiro na conta ou na carteira e já começa a gastar em itens supérfluos. Esse hábito não combina em nada com a palavra “economia”. Pessoas que lidam bem com finanças pessoais agem com cautela e sabem a hora de comprar.

Para se controlar, faça as contas e estipule um valor máximo mensal que você pode gastar com mercado e lazer, por exemplo. Quando essa quantia for atingida, é o momento de parar de consumir e deixar as próximas aquisições para o mês seguinte.

  1. Troca a palavra “presente” por “lembrança”

Você não conseguirá formar sua reserva de dinheiro se não mudar o hábito de presentear as pessoas com itens caros. É claro que dar um presente bacana é um ato de generosidade e irá fazer o outro feliz, mas pense bem: quantos aniversários, casamentos, datas comemorativas e eventos sociais você tem por mês? E por ano?

Agora imagine se em cada um deles você gasta de R$ 100 a R$ 300 com presentes… Fez as contas? Melhor escolher com mais cuidado em quais eventos você irá comparecer e comece a dar itens mais em conta – as famosas “lembranças”.

  1. Não considerar o cartão de crédito seu melhor amigo

O cartão de crédito engana muita gente. Como você tem o mês todo para pagar, parece que pode usá-lo sem se preocupar com o amanhã, não é? Isso é um grande erro para as finanças pessoais. Antes de sair passando o seu cartão desenfreadamente, lembre-se: nunca gaste mais do que você ganha, porque em algum momento (em um futuro bem próximo!) você terá de pagar a conta desse cartão – e ela poderá ser assustadoramente alta.

“Também vale dizer que as pessoas não podem, de forma alguma, pagar apenas o valor mínimo da fatura do cartão de crédito. O Brasil tem uma taxa de juros altíssima, a maior do mundo, e aí é muito fácil se endividar”, esclarece o consultor.

E aí, gostou das nossas dicas? Compartilha com a gente quais são os seus hábitos.