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Tabela Progressiva X Tabela Regressiva: entenda as diferenças!

Entenda o que significam as tabelas progressiva e regressiva quando falamos sobre previdência privada e saiba qual delas é a mais indicada para você

Se existe uma certeza nessa vida é de que sempre teremos que recolher os nossos impostos. No caso dos brasileiros, o ajuste é feito anualmente por meio da Declaração de Imposto de Renda. Isso significa que nem mesmo da hora de poupar o Governo nos dá uma trégua. Contudo, há muitas boas notícias neste artigo.

Para quem faz um plano de previdência privada, é possível escolher qual será o regime de tributação adotado. Sim, é isso mesmo: você pode escolher qual das duas formas de dedução de imposto de renda são mais interessantes dentro de seu perfil de renda, uma chance que poucas modalidades de investimento apresentam.

Para entender um pouco mais sobre esse assunto, é preciso compreender um pouco sobre como funcionam os planos de previdência privada e o que são os planos PGBL e VGBL.

A partir daí é que você terá maior embasamento para escolher entre as opções de tabela progressiva e tabela regressivaVamos compreender um pouco mais sobre esse tema?

Previdência privada: o que é e como funciona?

Os planos de previdência privada são uma forma de aposentadoria que não estão ligados ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). Dessa forma, eles podem ser considerados complementares à tradicional previdência pública. Por conta da maior liberdade, os diferenciais são muitos.

Na previdência privada é você quem escolhe com qual valor quer contribuir todos os meses além de definir com qual periodicidade serão feitos os depósitos. Você pode, por exemplo, decidir contribuir com R$ 1 mil por ano ou com R$ 300 todos os meses. Você decide aquilo que for mais conveniente para o seu bolso.

Porém, engana-se quem pensa que a previdência privada pode ser usada apenas como um plano de aposentadoria complementar. Ela é muito utilizada nesse caso, mas também é uma forma de investimento que, sob diversas perspectivas, pode apresentar um ótimo rendimento, especialmente para médio e longo prazo.


>> Entenda melhor o que é previdência complementar, seu rendimento e como você pode utilizar! <<

Formas de tributação da tabela progressiva x tabela regressiva

Agora que você já conhece o básico do que são os planos de previdência privada, podemos entrar em alguns detalhes sobre eles. Independente do plano que você escolha, saiba que sobre o valor aplicado sempre haverá a incidência de Imposto de Renda.

Porém, a diferença aqui é que há duas formas de cobrança do imposto de renda, e você pode escolher qual delas for mais conveniente. Essas são as chamadas tabelas progressivas e tabelas regressivas.

Como funciona a tabela progressiva?

Nesse tipo de regime, as alíquotas de Imposto de Renda variam conforme o valor que for resgatado. Para que fique mais fácil de compreender, essa tabela segue as mesmas alíquotas que são utilizadas para o salário que recebemos todos os meses – são as chamadas “faixas de Imposto de Renda”.

Isso significa o seguinte: quanto maior for o valor do resgate, maior será a alíquota de imposto aplicada. Tenha em mente então, portanto, que na tabela progressiva o fator mais importante é o valor a ser resgatado, independente do tempo de contribuição. Essa opção é mais interessante para quem pretende resgatar todo o dinheiro investido de uma só vez.

 

E como funciona a tabela regressiva?

Por outro lado, temos também a chamada tabela regressiva. Nesse caso, o percentual das alíquotas depende de tempo de acúmulo de dinheiro junto à previdência privada. A regra aqui é bem clara: quanto maior for o tempo de acúmulo, menor será a sua alíquota de Imposto de Renda a ser pago.

Nesse caso, a alíquota máxima de IR a ser paga é de 35% para aplicações cujo tempo seja inferior a 2 anos. A partir de então esse percentual diminui até chegar a 10% para quem deixar o dinheiro aplicado por um período igual ou maior do que 10 anos. Essa opção é a mais interessante para quem pretende receber o valor investido em parcelas mensais. 

PGBL x VGBL: os tipos de planos de previdência complementar

O regime tributário escolhido deve estar claramente expresso no contrato. Além da forma de tributação, você pode escolher também o tipo de plano de previdência privada com o qual deseja contribuir. São duas opções: o Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) e o Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL).

Basicamente, as duas modalidades diferem no que diz respeito a sobre qual valor será calculada a alíquota de imposto que você terá que pagar. E, novamente, aqui você tem essas suas escolhas, algo que praticamente nenhuma modalidade de investimento oferece.

Para aqueles que fazem a declaração do imposto de renda completa, a opção mais interessante é o PGBL. Nessa modalidade, os valores pagos ao plano podem ser abatidos do Imposto de Renda. É mais dinheiro na sua mão de imediato. Porém, na hora de sacar o valor investido, a incidência de impostos será sobre o valor total.

Já o VGBL funciona de forma oposta. Em outras palavras, os valores com os quais você contribui não podem ser abatidos do Imposto de Renda. Porém, quando chegar a hora de sacar o valor investido, o imposto é cobrado apenas sobre o rendimento.

Em resumo: escolher entre os planos PGBL x VGBL é escolher se você quer recolher os impostos agora ou só o futuro!

Vale a pena fazer uma simulação de previdência privada!

Cada consumidor tem as suas prioridades e, por conta disso, não há como recomendar uma modalidade ou outra de plano para todo mundo. É por isso que quando o assunto é previdência privada, nós recomendamos fortemente que você procure uma empresa especializada como a Ciclic para fazer uma análise.

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Agora que você compreendeu melhor as diferenças entre tabela progressiva e tabela regressiva, deixe nos comentários qual a sua opinião sobre o mesmo!

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