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Existe um valor mínimo para investir na previdência privada?

Entenda quais são os pré-requisitos para começar um investimento em previdência complementar

Com o tema reforma da previdência tendo ocupado boa parte do noticiário nos últimos meses, muitas pessoas que antes torciam o nariz para esse assunto começaram a olhar com outros olhos para o tema. Se confirmadas, as mudanças na previdência pública vão impactar o futuro de muita gente.

Como depender de coisas incertas nunca é um bom negócio, os brasileiros passaram a pesquisar mais sobre as possibilidades que a previdência privada – também conhecida como previdência complementar – oferece. A boa notícia é que essa modalidade existe já há um bom tempo no mercado e hoje está completamente consolidada.

Quem começar agora a fazer um investimento em previdência privada poderá contar com muitas instituições sólidas oferecendo planos bem como terá regras muito bem definidas. Além disso, outro ponto positivo importante é o fato de que há muitas modalidades a serem escolhidas.

Se tudo isso é um mundo novo para você, vamos elencar aqui algumas das principais dúvidas que os investidores de primeira viagem têm sobre o tema. Embora os mecanismos sejam bastante simples, escolher a melhor opção é algo que leva em consideração o perfil de cada investidor.

Sendo assim, contar com a parceria de empresas especializadas, como a Ciclic, na hora de definir as modalidades certas de investimento é fundamental. Assim você foge de armadilhas e garante a melhor rentabilidade possível dentro das suas possibilidades de investimento.

Quanto preciso ter para começar a investir?

O investimento em previdência privada está entre os mais democráticos que existem no mercado. Os valores mínimos variam de lugar para lugar, mas na Ciclic, por exemplo, você pode começar com apenas R$1,00, mas esse valor varia de instituição para instituição.

O fato é que nesse sentido podemos considerar a previdência privada como um investimento sem mistério e para começar é quase tão simples como abrir uma caderneta de poupança. A diferença é que nesse caso você tem algumas opções para escolher que vão afetar diretamente a sua rentabilidade. Veja mais detalhes das diferenças entre previdência privada e previdência social.

E eu posso resgatar o dinheiro quando eu quiser?

Sim, pode. Esse é, aliás, um dos grandes mitos que rondam os planos de previdência privada, o de que você não pode gastar o dinheiro antes da hora. É claro que, como ocorre em qualquer alternativa de investimento, dois fatores seguem válidos: quanto maior o prazo e quanto maior o capital, maior o retorno sobre o investimento.

No caso da previdência privada, as melhores fatias de rendimento são destinadas a aqueles que pensam no médio e no longo prazo. Diferente do que muitos pensam, trata-se de uma espécie de fundo que não é destinada apenas para a aposentadoria.

Porém, há algumas regras que precisam ficar claras desde o início. Quando você faz o seu investimento em previdência privada, é preciso aguardar pelo menos 60 dias para fazer qualquer tipo de resgate. E, além disso, é importante saber se o regime de contratação foi sobre a tabela progressiva ou regressiva.

Tabela progressiva X Tabela regressiva: por que isso faz diferença?

Quando você for contratar um plano de previdência, o seu consultor vai mostrar a você duas opções: a tabela progressiva e a tabela regressiva.

Pela tabela progressiva quanto maior for o valor do resgate, maior será a alíquota de imposto aplicada. Ou seja, essa opção se mostra mais interessante para quem está investindo e pretende resgatar o seu dinheiro de uma só vez – seja lá qual for o prazo que tenha sido estipulado.

Já pela tabela regressiva, o fator mais importante a ser considerado é o período de contribuição. Nesse caso, quanto mais tempo você passar investindo, menor será a sua alíquota de imposto na hora de fazer o resgate do dinheiro. É por isso que essa modalidade é mais indicada para aqueles que vão sacar o valor mês a mês.

Para que você tenha uma ideia, no caso da tabela regressiva a alíquota de Imposto de Renda parte de 35% para aplicações cujo resgate seja feito antes de 2 anos. Para quem mantiver o investimento por períodos iguais ou maiores do que 10 anos, o valor cai para apenas 10%.

PGBL x VGBL: você precisa escolher o tipo de plano

Além de poder escolher a forma de tributação, outra vantagem dos planos de previdência privada é a possibilidade de escolher entre duas opções: o Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) e o Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL).

A diferença entre eles é simples: basicamente, ela diz respeito ao valor sobre o qual serão calculados os impostos. No PGBL, as alíquotas de imposto são descontadas na hora do resgate do dinheiro, tudo de uma vez. A incidência é sobre o valor total disponível. A principal vantagem nesse caso é a possibilidade de abater esses valores do Imposto de Renda.

Já no VGBL o funcionamento é exatamente o oposto. Nesse caso, a alíquota de imposto incide apenas sobre os rendimentos. Esse valor é descontado na hora do saque. Em resumo: você escolhe se quer pagar os impostos agora ou no futuro.

Previdência privada: investimento seguro e de baixo risco

Tecnicamente, os únicos valores que você “paga” na previdência privada são aqueles relativos às taxas de carregamento (quando houver) e do Imposto de Renda. De resto, trata-se de uma das modalidades com maior nível de segurança e menor índice de riscos do mercado. 

Contudo, na Ciclic, para facilitar ainda mais o seu investimento e garantir maior rentabilidade, a taxa de carregamento é zerada. Ou seja, ela é inexistente.

Se você pretende poupar por um médio ou longo prazo – a partir de dois anos em diante já se torna algo bem interessante – então não tenha dúvidas que essa opção é uma das que você deve considerar. Entenda melhor como a Ciclic funciona para conhecer todas as possibilidades feitas sob medida para a sua realidade.

 

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