Empréstimo ou financiamento: qual é a melhor solução para comprar um carro?

Por Marketing Ciclic0

Descubra quais são as características de cada uma das alternativas e saiba qual delas é mais adequada para as suas necessidades

Embora os preços dos automóveis no Brasil não estejam entre os mais baixos, ficou mais fácil comprar um carro por aqui nas últimas décadas. As montadoras e as concessionárias hoje oferecem uma ampla gama de opções de financiamento que tornam a aquisição mais simples.

Contudo, isso não significa que o consumidor não tenha as suas dúvidas na hora de escolher qual delas é a melhor das opções. Para quem quer comprar um carro à vista ou mesmo pretende dar um bom valor de entrada, a dúvida entre fazer um empréstimo ou financiamento está sempre presente.

Porém, para que a sua escolha seja consciente, é preciso compreender quais são as diferenças entre as duas modalidades e quais são as características que devem ser analisadas antes de fechar um negócio. Para te ajudar nessa tarefa, preparamos um artigo detalhado explicando tudo sobre o assunto. 

Empréstimo ou financiamento: qual é a diferença?

Em linhas gerais, podemos dizer que ambas as alternativas são um contrato entre você e uma instituição financeira no qual você recebe um valor de imediato e, em troca, se compromete a devolver esse valor, em um prazo determinado. Pela antecipação do benefício você paga um valor, os juros.

A principal diferença entre as duas modalidades, porém, está na destinação do dinheiro. No caso do empréstimo, você pode usar o dinheiro da forma como bem entender, pois ele não tem um destino específico. Já no caso do financiamento, o dinheiro tem um destino certo: a compra de um automóvel, por exemplo.

Mas, se os dois são parecidos e a diferença está basicamente no destino do dinheiro, por que então eles têm taxas de juros diferentes? Simples: para a instituição financeira, o fato de você comprar um bem é um sinal de que ele mesmo pode ser uma garantia no futuro caso você não consiga pagar a dívida.

Em outras palavras, há menos riscos para quem empresta o dinheiro e, por essa razão, é possível (na maioria das vezes) cobrar juros menores. Quando você faz um empréstimo, pode ser que o dinheiro em questão não se transforme em um bem e, portanto, há um risco maior em caso de não pagamento. Veja também cinco hábitos financeiros que te impedem de economizar!

Então, qual é a melhor opção?

Se você está pensando em comprar um automóvel, é bem provável que você encontre alternativas mais interessantes nos financiamentos do que nos empréstimos. Porém, essa é uma percepção generalista e não uma ciência exata. É preciso pesquisar e analisar cada caso individualmente.

O fator principal que deve ser analisado na hora de escolher entre um empréstimo ou financiamento é a taxa de juros. A taxa de juros é o valor mensal que a instituição financeira cobra para emprestar para você o dinheiro.

É como se fosse um aluguel. Quanto maior for a taxa de juros, pior é para você o negócio. Ainda deve ser levado em consideração nessa equação o seguinte: a quantidade de parcelas. Quanto maior for o prazo de pagamento, maior será o impacto dos juros sobre o valor final.

De olho no rendimento

Em linhas gerais, podemos afirmar então que observar a taxa de juros é o fator mais importante. Quanto menor for a taxa de juros, melhores serão as condições de pagamento que você terá – levando-se em consideração sempre um número de parcelas igual.

Isso quer dizer que as taxas de juros são sempre algo ruim? Nem sempre. Quando elas jogam a seu favor elas podem se tornar algo incrível. É por isso que muitos especialistas em economia podem recomendar para você que entre um empréstimo ou financiamento você não escolha nenhuma das duas opções. Como assim?

Simples, se você decidir poupar o valor da parcela todos os meses, ao final dos três anos – ou talvez até em menos tempo – você terá acumulado os mesmos R$ 30 mil que você precisa para comprar um automóvel. A diferença é que se você escolher a opção de investimento correta esses juros serão favoráveis a você. Confira também como sair das dívidas!

Por exemplo, vamos supor que você tenha decidido investir em previdência privada. Mês a mês você faz o depósito no valor da parcela e a partir de 30 dias os juros começam a incidir sobre o valor depositado. Assim, seu dinheiro rende mais rápido e você chega mais cedo ao seu objetivo.

No site da Ciclic você encontra um simulador. Por meio dele você descobre quanto precisa poupar por mês – e por quanto tempo – para conseguir realizar um sonho. Por exemplo, se você investir R$ 850 reais por mês, terá um total de R$ 33.831,20 a final de 36 meses!

Em resumo: basta se planejar um pouco para conseguir fazer um negócio ainda melhor.


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