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Educação dos Filhos: a importância de poupar para o futuro

Entenda porque você deve economizar desde cedo para garantir os estudos das crianças

A lógica é simples: quanto mais anos de estudo, maior tende a ser a renda do profissional. Mas, para ter uma boa formação, é preciso fazer um considerável investimento. Você já parou para pensar no futuro da educação dos seus filhos?

“Uma criança que frequenta escola pública desde a creche até a faculdade custa, em média, R$ 300 mil aos pais. Por mais que não tenha uma mensalidade escolar, sempre há gastos com roupas, materiais, livros, transporte”, explica o palestrante e especialista em finanças pessoais Altemir Farinhas, da consultoria Equilíbrio Financeiro Finanças Pessoais.

“Quando se frequenta escola privada, esse gasto pode subir para R$ 600 mil”, diz Farinhas. “E quanto mais filhos, maiores são os gostos”.

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Por que poupar para a educação?

Por um motivo bastante óbvio: ninguém sabe o que vai acontecer no futuro. Hoje, você pode ter emprego ou uma renda. Mas e amanhã? Será que seu salário sempre conseguirá bancar a escola das crianças? E se você ou outro membro da família adoecerem?

Esse tipo de incerteza deveria ser suficiente para convencer as famílias sobre a importância de se ter uma quantia reservada para garantir a educação dos filhos em casos de emergência.

Pense a longo prazo: considere que um filho passa, em geral, 18 anos na escola – é a chamada Educação Básica, que contempla a Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio.

Depois de tantos anos, ainda vem a Educação Superior, que costuma ter altas mensalidades na rede privada. Você está preparado para tudo isso?

Outro ótimo motivo para não deixar a educação em segundo plano é a possibilidade de garantir que seus filhos tenham bons salários no futuro. Uma pesquisa da Fundação Getúlio Vargas, por exemplo, mostrou que a renda pode variar de 2% até 13% para cada ano a mais de estudo.

Como poupar para a educação

Comece cedo – de preferência assim que a criança nascer. Quanto antes o investimento for iniciado, mais fácil será, porque você poderá ir com calma e não precisará guardar tanto dinheiro por mês.

“Para quem não tem o hábito de economizar, recomendo fazer o que chamo de ‘poupança forçada’, ou seja, aderir a um investimento que debita uma quantia mensal da conta corrente automaticamente, como acontece em algumas previdências privadas”, sugere o educador financeiro Altemir Farinhas.

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Com o passar do tempo, conforme você observa o dinheiro da reserva crescer, mantenha-se firme: não se deixe levar por impulsos e lembre-se que a finalidade daquela quantia é a educação das crianças.

E nunca é demais reforçar a importância de envolver toda a família nas questões financeiras da casa. Seja realista e transparente. Mostre as possibilidades e limitações do orçamento.

“Muitos adolescentes não fazem ideia de quanto custam as compras do mercado e as contas da casa. Quando eles entendem o valor das coisas e enxergam o quanto os pais trabalham para pagar os estudos, eles se esforçam para se sair bem na escola”, finaliza Altemir Farinhas.

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Gostou das nossas dicas? Aproveite para conhecer mais sobre a previdência privada e comece a planejar o futuro do seu pequeno.

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